Na tradição japonesa, alguns pratos estão fortemente ligados a uma comemoração ou evento. As principais combinações deste tipo incluem:

  • Mochi – Festival de Mochitsuki Okotania(passagem de ano)
  • Osechi – Ano Novo.
  • Hamo (um tipo de peixe) e somenFestival de Gion.
  • Sekihan, arroz cozido com azuki – celebrações em geral.
  • Soba – Véspera do Ano Novo. Neste caso é chamado de toshi koshi soba (literalmente “soba da passagem de ano”).

A arrumação tradicional da mesa japonesa tem variado consideravelmente nos últimos séculos, dependendo principalmente do tipo comum de mesa de uma dada era. Antes do século XIX, pequenas mesas individuais (hakozen, ??) ou bandejas planas utilizadas no chão eram arrumadas antes de cada refeição. Mesas baixas maiores (chabudai, ????), que acomodavam famílias inteiras, começaram a se tornar mais populares no começo do século XX, mas este estilo deu lugar ao estilo ocidental de mesas e cadeiras de jantar, no final do século XX.

A arrumação tradicional da mesa é baseada no ichij?-sansai. Tipicamente, cinco bacias e pratos são colocados antes do jantar. Na ponta, são colocadas a bacia de arroz (à esquerda) e a de sopa (à direita). Atrás destas ficam três pratos planos que seguram os três acompanhamentos, um à extrema esquerda (onde pode se servir um prato fermentado), um a extrema direita (no qual pode se servir um prato assado) e um no centro (no qual pode se servir vegetais cozidos). Vegetais cortados também costumam ser servidos e comidos no final da refeição, mas não fazem parte dos três pratos de acompanhamento.

Hashis são normalmente colocados na frente da bandeja próxima da pessoa, com suas pontas apontadas para a esquerda e normalmente apoiadas em um suporte de hashi, ouhashioki (???).


O mercado de peixes de Tsukiji, em Tóquio, vendeu nesta quinta-feira (5) pelo valor recorde de 56,49 milhões de ienes (US$ 739 mil ou R$ 1,35 milhão) um atum vermelho de 269 quilos durante o tradicional primeiro leilão do ano.
O exemplar, que foi capturado em águas de Oma, na província de Aomori, superou o antigo preço máximo, registrado neste mesmo mercado no ano passado, quando um atum vermelho pescado na ilha de Hokkaido foi vendido por 32,49 milhões de ienes (US$ 425 mil).
O quilo do atum vendido nesta quinta-feira saiu por 210 mil ienes (US$ 2.750), muito acima dos 95 mil ienes o quilo (US$ 1.235) do exemplar que ostentava o recorde.
O comprador do atum foi o distribuidor de pescados para a cadeia de restaurantes de sushi Kiyomura, informou a agência de notícias ‘Kyodo’.

atum_banzai

O proprietário da empresa, Kiyoshi Kimura, de 59 anos, assegurou que sua intenção com a compra foi a de ‘apoiar o Japão’, que sofre as consequências dos devastadores terremoto e tsunami que em março do ano passado causaram a crise nuclear de Fukushima, além da estagnação econômica que o país atravessa.

Fonte: Globo.com


Existem vários tipos diferentes de sushis e, de acordo com o formato e recheio, recebem nomes diferentes. Os mais conhecidos são:

Califórnia: versão americanizada de uramaki, é uma boa opção para quem não gosta de peixe cru. Vem com kani, pepino e manga (ou abacate). Algumas vezes o sushiman inclui maionese, outras vezes cream cheese.

Hossomaki: é o arroz e o recheio envoltos em alga marinha. Hosso quer dizer fino e maki significa “enrolado”, daí, “enrolado fino”. Conforme o recheio usado, o hossomaki leva um nome diferente: Tekamaki – de atum. Kapamaki – de pepino. Shakemaki – de salmão.

Nigiri: bolinho de arroz em forma alongada coberto com fatias de peixe cru ou ainda polvo e camarões. Sempre preparados à mão sem a ajuda de esterinhas ou formas e apresentados em pares. O movimento da mão ao fazer este bolinho leva o nome, em japonês, de niguiri, daí o nome deste sushi. As pessoas tendem a “molhar” o arroz do niguiri no shoyo, mas o certo conforme a cultura oriental é “molhar” o peixe.

Norimaki: bolinho de arroz enrolado em alga de nori. Este sushi é recheado com omelete, pepino, maionese, abacate, alface, camarões e lulas.

Temaki: é o cone de alga recheado com arroz, peixe e pepino. O nome quer dizer “enrolado na mão” (Te=mão). A alga marinha do temaki tem que estar bem sequinha e crocante. Se você demora para comer (quando pede para entregar em casa, por exemplo), a alga amolece com a umidade e fica “borrachenta”.

Uramaki: arroz sobre folha de nori (alga), tiras de peixe ou outros ingredientes, enrolado de forma que o arroz fique na parte externa. Ura quer dizer “fora”. O uramaki normalmente vem com gergelim, que além de enfeitar, dá um sabor especial. Depois é cortado em 6 unidades. O mais conhecido é o uramaki califórnia.

Conheça o nome dos principais ingredientes usados na culinária japonesa.
Anago: enguia
Daikon: nabo ralado ou finamente fatiado
Ebi: camarão cozido
Gari: gengibre em conserva
Ika: lula
Ikura: ovas de salmão
Sake: salmão
Shari: arroz pronto para sushi
Shoyu: molho de soja
Maguro: atum
Nori: folhas de alga tostada
Tamago: omelete fino de ovos
Tako: polvo
Toro: atum gordo
Uni: ouriço do mar
Wasabi: raiz forte, vendida na forma de pó para ser reconstituída com água

A cozinha japonesa prima pela harmonia de todos os seus elementos, pois o seu povo cultua muito a natureza nos mínimos detalhes. Todos os pratos são servidos e apresentados com extrema sensibilidade.

A mão que serve o prato
Na etiqueta, a regra não poderia ser diferente. Foram os samurais que estabeleceram a ética de conduta por volta do século XVI. Com o passar do tempo estas regras se popularizaram. Um dos exemplos clássicos está na maneira de servir as pessoas: a mão direita significa que se trata de um aliado, e a esquerda um inimigo.

Hashi
Não se deve cravar um hashi em um restaurante ou casa japonesa em nenhum alimento. Esta atitude só é permitida nos oratórios, templos budistas ou shintoístas para as pessoas que já morreram.

Saquê
Existe um ritual especial à mesa para tomar o saquê. Levante o seu copinho para receber a bebida, servida sempre por seu vizinho de mesa, apoiando-o com a mão esquerda e segurando-o com a direita. É imprescindível que você sirva o seu vizinho de mesa porque não é de bom tom servir a si próprio. O copo de saquê deve sempre ficar cheio até o final da refeição. A tradição manda fazer um brinde, Campai, esvaziando o copinho num só gole. É sinal de hospitalidade e atenção.

Barulhos
Faz parte da etiqueta produzir barulhinhos ao comer macarrão ou tomar sopas. Mas atenção: arrotar é considerado extrema falta de educação!
(Fonte: http://culinaria.terra.com.br)

Gueixas

04/11/2011

É quase impossível deixar de associar a imagem das gueixas, aquelas mulheres maquiadas de branco e vestidas em trajes típicos, com o Japão. A palavra “gueixa” significa “pessoa que vive das artes”. Essas mulheres estudam a tradição milenar japonesa e utilizam elementos artísticos para entreter seus convidados.

Para isso, recitam versos, tocam instrumentos musicais, contam histórias, conversam sobre diversos temas, etc. É muito comum, até mesmo dentro do próprio Japão, que as gueixas sejam confundidas com prostitutas de luxo, o que não é verdade. O trabalho dessas mulheres não compreende o sexo, uma vez que as mesmas são artistas.

A maior parte dos clientes de uma gueixa são homens mais velhos e que possuem grande admiração pela cultura japonesa. As gueixas transmitem a idéia de uma mulher perfeita, fazendo com que seus clientes se sintam valorizados e atraentes. Entretanto, ser cliente de uma dessas artistas é um privilégio apenas para indivíduos da elite: grandes empresários, políticos, famosos, etc.

Para se tornar uma gueixa, a mulher precisa passar por um extensivo treinamento iniciado por volta dos 13 a 15 anos de idade. Nas épocas de recessão econômica, muitos pais vendiam suas filhas para as casas de gueixas (chamadas de okiya). Hoje em dia, as jovens escolhem se querem seguir esse caminho da mesma forma que optam por uma profissão.

Embora esses artistas sejam importantes para manter viva a tradição e a cultura japonesa, o número de gueixas diminuiu grandemente ao longo dos anos: no início do século passado havia cerca de 80 mil gueixas no Japão, hoje estima-se que existam apenas 2 mil.


1. Ao encontrar alguém, faça uma reverência.

No Japão, a reverência é uma forma de arte, respeito este ensinado desde que a criança entra na escola. Para os turistas, uma simples inclinação da cabeça ou uma tentativa de um arco ao nível da cintura normalmente será o suficiente.
A duração e a inclinação da reverência é proporcional ao nível da pessoa a quem você está dirigindo a reverência. Por exemplo, um amigo pode receber uma reverência-relâmpago de 30 graus; uma estância superior poderá obter uma reverência lenta, prolongada, de 70 graus. É uma questão de posição e circunstância.
Além disso, para reverenciar, o ponto fundamental é direcionar adequadamente.
Assim como um “Dr. Dráuzio” pode se sentir um pouco ofendido se você referir-se a ele como “Dráuzio”, assim também sentir-se-á um japonês se você não atribuir o sufixo “san” ou “sama” para o seu sobrenome. O que ele identificará como sua tentativa de ser respeitoso.
Normalmente as crianças são tratadas apenas pelos seus prenomes, mas você pode adicionar o sufixo “tyan” para as meninas e “kun” para os meninos, se quiser.

2. Boas maneiras.

Aqui vão alguns pontos bem simples:
Se você estiver em uma festa / jantar e receber bebidas, aguarde antes de levar o copo para seu lábios. Depois que todos estiverem servidos, alguém terá de assumir a liderança, fazer um discurso, levantar o copo, e gritar “kampai!” (brinde). Nunca diga “tin-tin”, que significa ‘pintinho’. Isso mesmo, uma gíria infantil para aquele membro masculino que fica no meio das pernas.
Você receberá um pequeno pano umedecido (oshibori) na maioria dos restaurantes japoneses. Use-o para lavar as mãos antes de comer e, em seguida, dobre-o cuidadosamente e deixe-o sobre a mesa. Não use-o como um guardanapo, ou para limpar qualquer parte de seu rosto durante a refeição.
Chupar o macarrão ou fazer ruídos altos enquanto está comendo está OK! Na verdade, chupar alimentos quentes como “lamen” (tipo de sopa de macarrão) é educado, para mostrar que você está desfrutando-o.
Pouco antes de comer, independente de você estar num jantar formal ou provando uma amostra de supermercado, é educado dizer “itadakimasu” (vou me servir).

3. Não dê Gorjetas

Não existe qualquer gorjeta em qualquer que seja a situação no Japão – táxis, restaurantes, serviços pessoais…
Dar gorjeta é, na verdade, um pouco insultuoso, ofensivo; pois os serviços que você pediu estão no preço determinado, então porque pagar mais? Eles não estão mendigando. Este é o raciocínio. O preço é justo. Por isso, não barganhe.
Se você estiver em uma região metropolitana, como Tóquio e não fala japonês, um garçom ou garçonete ou recepcionista até pode receber o seu dinheiro extra (gorjeta), só para não precisar lidar com a situação embaraçosa de explicar-lhe o conceito de gorjeta, falando num inglês macarrônico.
Basta lembrar: o preço é o preço.

4. Pauzinhos orientais.

Dependendo do restaurante que você escolheu ir à noite, você poderá ser obrigado a usar os “hashi” (talheres em forma de dois pauzinhos).
Se, por algum motivo, você não esteja acostumado com os hashi, tente aprender antes de passar pela alfândega. Não é difícil de aprender.
Um falso pressuposto japones que eles estão dissipando com o tempo é sobre a “singularidade” do Japão: O Japão é uma nação insular; Japão é o único país que tem quatro estações; estrangeiros não podem compreender Japão; só japoneses podem usar chopsticks corretamente.
Eu perdi o número de vezes em que me disseram que uso os hashi com habilidade e graça, apesar de eu já ter visto uma criança de três anos de idade manusear tão bem quanto eu.
Se você estiver jantando com um japonês, não se surpreenda se você receber um olhar de espanto pela sua habilidade em comer como um japonês.

5. Limite da soleira da porta

Tire seus sapatos na entrada de toda e qualquer casas, e na maioria das empresas e hotéis.
Normalmente será mostrado uma sapateira para guardar os seus sapatos, e um par de chinelos-para-visitas será colocado perto; muitos japonês trazem um par de chinelos por precaução.
Nunca use chinelos quando você precisar pisar um tatami (utilizado na maioria dos lares japoneses e hotéis; o tatami também é uma unidade de medida de área padrão utilizada ainda hoje), e tome cuidado para tirar o chinelo que você usou no banheiro (deixe-os no banheiro mesmo).
É extremamente ruim, por exemplo, entrar novamente na sala principal de uma casa usando chinelos que pisaram em locais sujos.

6. Máscaras

A SARS passou há muito tempo, mas vemos muitos “Kit Prevenção contra SARS” em muitos hospitais japoneses.
No entanto, máscaras esterilizadas, como os que você vê na sala de emergência, são comumente usadas por engravatados, executivas, trabalhadores e outras pessoas para proteger as outras pessoas de seus germes.
Bastante razoável quando se pensa, as máscaras não protegem tanto o usuário, mas sim as pessoas que o rodeiam. A razão para usá-las pode ser qualquer coisa, desde um rápido resfriado, mas eles estão preocupados a não expor as outras pessoas; não deixe de considerar isso, em suas proximas férias no Japão.

7. Conformidade

Fazendo uma pesquisa com grupos de estudantes do ensino médio no Japão foi perguntado quais seriam os perigos que as crianças de hoje enfrentam e a maioria concordou com uma ameaça número um: individualismo.
A sociedade japonesa está centrado no conceito de GRUPO. Culturas ocidentais estão centradas no indivíduo.
Quer isto dizer que os japoneses não são nada mais que abelhas-operárias em uma grande colméia de aço e concreto? Claro que, mas a apresentação de qualidades individuais são cuidadosamente calculadas e administrada em doses.
Chamar a atenção para si mesmo como um indivíduo é uma enorme falta de educação: não soprar o nariz em público, não coma em movimento, e não falam em seu celular em áreas públicas como trens ou ônibus.
O principal problema com isto é que os estrangeiros não podem simplesmente ficar de fora; somos como um peixe fora d’água, não importa quanto tempo já estamos aqui, ou o quanto nós sabemos sobre a cultura japonesa e da sociedade.
Como resultado disso, como estrangeiros no Japão, temos o status de pequenas celebridades: você recebe olhares, grita por atenção, pedem para tirar fotos com as pessoas, pedidos de autógrafos (que pode acontecer), que é um pouco mais do que ser um “peixe fora d’água”.

8. Banhos coletivos

Os banhos públicos ainda estão bem vivos no Japão.
Sento, ou banhos públicos, podem ser encontrados desde em regiões metropolitanas como Shinjuku até em uma pequena cidade na ilha de Shikoku.
Onsen, ou fontes termais, são muito populares em excursão de fim de semana em resorts.
Ao contrário das culturas ocidentais, no Japão, o banho de imersão é utilizado depois de se ter lavado e enxaguado, e a pessoa fica imersa em uma água super quente para 10, 20, 30 minutos. É preciso aprender a gostar, mas pode ser muito relaxante.Se acontecer de ser convidado para um lar japonês, você terá a honra de tomar o banho primeiro, geralmente antes do jantar. Tenha o máximo de cuidado, de modo a não sujar a água para imersão, de forma alguma, pois a a santidade do ofurô (banheira), é de extrema importância.
Tire um tempo para visitar um sento se você tiver a oportunidade. Estes são locais sem barreiras referentes à cor, idade, ou linguagem… bem, eles são separados por sexo, com excepção de algumas regiões onde encontramos banhos mistos. Mas não há problemas, pois o povo japonês não interpreta nada de erótico no fato de se estar nu para banhar-se.
Deitado na água quente e lentamente a ouvir o seu batimento cardíaco acalmar-se é um momento em que se sente mais sintonizado com a cultura japonesa.

9. Falando Inglês

Um japonês geralmente vai imaginar que você é fluente em inglês, até que você consiga provar o contrário.
Mesmo durante uma curta visita, você verá:
Um grupo de alunos atravessando um cruzando ordenadamente dentro de uniformes da marinha inglesa, que vão gritar “Olá!” ou “Herro!”, que é como eles falam com assentuação estrangeira.
Pessoas que, aleatoriamente simplesmente caminham até você e perguntam “Where are you from? (de onde você é?)”. Amigável? Sem dúvida. Mas podem ver como uma celebridade como nós podemos ficar confusos ou frustrados se não falarmos inglês?
Embora você possa ser fluente em japonês ou falar alguma coisa, o idioma padrão de escolha deles para falar conosco será o inglês. Muitos japoneses irão insistir em usar suas próprias habilidades na língua inglesa, mesmo que limitada, para conversar com os estrangeiros, mesmo que este estrangeiro tenha mais conhecimentos da língua local.

10. Segurança

Todo japonês que eu encontrei alertou-me para tomar cuidado em minhas viagens, para cuidar dos meus pertences.
Todos os estrangeiros me disseram para não me preocupar, pois nada poderia dar errado, nada seria roubado.
Isso pode ser baseada na experiência individual, mas há outras questões:
O medo da criminalidade no Japão é elevado, especialmente entre os cidadãos japoneses.
Assassinatos acontecem. Repito, assassinatos acontecem.
Pessoas são atacadas, roubada, assaltada, estuprada, espancadas e enganadas.
No entanto, a baixa taxa de criminalidade do Japão é evidente, principalmente quando você vê empresários que perderam o último trem dormindo em um banco da praça, ou um grupo de crianças de 5 anos de idade, andando sozinhas, uma cuidadando da outra, por mais de um quilômetro para chegarem à escola.


CUMPRIMENTOS

Prazer em conhecer!  – Radimemashite

Bom dia – Orraiô

Boa tarde – Conitiuá

Boa noite (ao chegar) – Conban-uá

Boa noite (ao ir embora ou dormir) – Oiassumi-nassai

Adeus – Saionará

Tchau! – Baibai

Até mais! – Diá matá né

Até a próxima! – Matá aimachou

GENTILEZAS

Desculpe-me, ou perdoe-me – Gomen-nassai

Com licença – Sumimassen

Como vai? – Oguenqui descá?

Muito bem, obrigado(a) – Ocaguessamádê

Estou bem – Guenqui dessu

Cuide-se bem – Odaidiní

Há quanto tempo (que não nos vemos) – Orrissachi-buridessu

Sim – Rái

Não – Iiê

Obrigado(a) – Arigatô

De nada – Dôitachimachitê

Por favor – Onegai-chimassu

Satisfeito(a), obrigado(a) – Quêcôu dessu

Em frente (ou depois de você), por favor – Douzô

Espere um pouco, por favor – Tchôto matê cudassai

Obrigado(a) por tudo! – Ocêuaní narimachitá

Desculpe (ou com licença) – ao interromper alguém – Chitsurei chimassu

Desculpe (ou com licença) – ao entrar numa casa – Odiamá chimassu

Saúde (em brindes) – Campai

Vou me servir, com licença – Itadáquimassu

Estava delicioso, obrigado(a) – Gotissôssamá dechitá

OCASIÕES

Parabéns! – Omedetô!

Feliz aniversário! – Otándiôbi omedetô

Feliz Ano Novo! – Aquemachitê omedetô

Tenha um ótimo Ano Novo! – Iôi-ô tochi-ô

Tenha um bom dia! – Iôi itiniti-ô

Boa sorte! – Guenquidê né

NECESSIDADES BÁSICAS

Estou com fome – Onacagá suitá

Estou com sede – Nodogá cauaitá

Estou cansado(a) – Tsucaretá

Estou com sono – Nemui dessu

Onde é o banheiro? – Otearai uá dotirá descá?

COMUNICAÇÃO

Quanto é? – Icurá descá?

Onde é? – Dotirá descá?

De onde você é? – Dotirá no gochuchin descá?

A que horas começa? – Nándicará radimari mascá?

Estou procurando… – …ossagachitê imassu.

Não entendo japonês. – Nirrongô gá uacarimassen.

Você entende? – Uacarimassu ká?

Um pouco. – Sucochi.

Entendo. – Uacarimassu.

Não entendo. – Uacarimassen.

Sei. – Chíte imassu.

Não sei. – Chirimassen.

O que é isto? – Côreuá nandescá?

O que significa isso? – Doiú imidescá?

Como se fala isso em japonês? – Nirrongô dê nántoí imascá?

Como se fala isso em inglês? – Eigô dê nántoí imascá?

Como se fala isso em português? – Porutogarugô dê nántoí imascá?

Pode repetir, por favor? – Mô itidô itê cudassai

Pode falar devagar, por favor? – Iúcúri ranachitê cudassai

Eu te amo – Aichitê iru

Fonte: Cultura Japonesa


Criado pelo mesmo chef, novo sushi mais caro do mundo é quase duas vezes mais caro do que o do recorde anterior.

Há pouco tempo atrás o pratinho com o sushi mais caro do mundo custava 2.750 dólares, mas parece que o preço não era suficientemente ostensivo para o chef filipino Angelito Araneta Jr.

Araneta continuou na missão de criar alimentos cada vez mais caros e inventou um novo sushi que é quase o dobro do preço do anterior – custa 4.300 dólares.

O sushi em questão é feito com vinagre balsâmico italiano de 12 anos, arroz japonês, água intocada de 70 anos, açúcar mascavo, salmão norueguês, pepino, manga, foie grãs, pepino-do-mar defumado, carne de caranguejo, açafrão e maionese com manteiga.

A decoração do prato fica por conta de 12 pérolas da ilha Palawan e diamantes africanos com o mais alto grau de transparência. Vale a pena pagar?


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